Hello, world!

Oi, pessoal! Esse é o meu primeiro post por aqui! Quero usar esse blog para documentar minhas experiências e aprendizados como desenvolvedor e também compartilhar algumas dicas relacionadas à programação. 😄
Nesse artigo, vou contar um pouquinho da minha trajetória 👨💻
Oi, eu sou o Goku!
Eu sou o Leo, tenho 22 anos e conheci a programação aos 20, mas só nos últimos 8 meses pude sentir o gostinho do que é ser, de fato, um programador - apesar de ainda estar trilhando um caminho de muito aprendizado como estagiário.
Comecei a programar com Python, na faculdade, logo após as primeiras aulas de algoritmos com uma espécie de portugol “pythonizado”. Esse foi o meu primeiro contato com a programação e o meu primeiro pensamento foi “então é assim que os sites, programas e aplicativos são feitos? É com isso que eu quero trabalhar!!!”
Antes da faculdade eu realmente não conhecia nada sobre programação. Uma história que sempre conto aos meus novos colegas é a de quando me matriculei no curso: eu confesso que vi o nome “Ciência da Computação” e imaginei que fosse montar alguns computadores, consertar, formatar (kkkk)… quando cheguei lá fui surpreendido (positivamente) por um monte de códigos e conceitos. Mas, a real é que depois do primeiro hello world
a gente se apaixona, rsrs!
Um pequeno passo para o homem…
Sem dúvidas, um grande desafio na vida de todo programador é conseguir a primeira oportunidade. Acontece que, logo após concluir essa task, temos um novo grande desafio: aprender as tecnologias e metodologias utilizadas na empresa, entender o contexto dos produtos para aí sim nos adaptarmos à esse novo ciclo.
Começar algo novo nunca é fácil. O próprio nome já diz, são muitas novidades, muita coisa pra aprender e entendo que é normal se sentir mais perdido que criança no Carrefour. Mas, em paralelo à essa ansiedade do novo, vem também aquele sentimento prazeroso de “estou melhorando e aprendendo coisas novas a cada dia”. Sério, isso é muito satisfatório!
Ah, o Rubyinho…
Antes de ser contratado, durante a entrevista eu questionei qual era a stack utilizada na empresa. Por ser uma empresa grande, imaginei que trabalhassem com N tecnologias e eu estava certo, mas, fui surpreendido ao saber que trabalhavam majoritariamente com Ruby. Tive um breve momento Zeca Pagodinho: nunca vi, nem comi, eu só ouço falar.
Assim que saí da entrevista, mesmo sem saber se seria ou não contratado, fui dar uma olhada nesse tal de Ruby… e não é que eu gostei? Por ter vindo do Python, a sintaxe simples do Ruby me agradou demais. Saber que o Rails alavancou a maneira como a web era desenvolvida na sua época me deixou ainda mais interessado. Não posso deixar de mencionar o vídeo A História de Ruby on Rails - Por que deu certo? do Fábio Akita, que me tornou um simpatizante da linguagem antes mesmo do primeiro hello world
.
E hoje em dia?
É muito gostoso olharmos pra trás e percebermos o quanto evoluímos. Lembro que, no começo, eu mal entendia direito como os commits
funcionavam e hoje eu sempre conserto minhas cagadas nos commits
usando rebase
, migro repositórios inteiros de um gerenciador de respositórios para o outro e sempre me preocupo em contar uma história através dos commits
da melhor maneira possível.
Lembro que eu nem sabia o que eram testes e hoje não só entendo sua importância durante o desenvolvimento, como também vejo que é crucial ter os testes automatizados através de uma pipeline.
Métodos ágeis, por exemplo, era uma coisa que eu só ouvia falar na faculdade e hoje eu sempre anoto o que fiz no dia pra não esquecer de falar nada na daily.
Eu sei que tudo isso ainda é pouco, mas, já é alguma coisa e estou muito feliz com isso! 😀
Trabalhar com desenvolvimento é bem legal, mas…
Tenho gostado muito do que venho fazendo no trabalho e também fora dele, nos meus projetinhos pessoais. É muito bom trabalhar com o que a gente gosta! Mas, nem tudo são flores… como em qualquer carreira, tem suas dificuldades e momentos bem estressantes. Pra tentar auxiliar com isso, vou deixar aqui algumas coisas importantes que eu aprendi:
- Começar é o mais difícil! Pra qualquer coisa nova, começar é sempre o maior desafio. Depois as coisas vão ficando mais fáceis… ou não. Mas, pelo menos, você já está no caminho.
- Além de díficil, pode ser um pouco assustador! Sério… se deparar com um monte de siglas e nomes de tecnologias diferentes logo quando se começa a estudar da um pouco de medo mesmo. Mas, relaxa! Cada coisa no seu tempo.
- Um passo de cada vez. Não adianta querer abraçar o mundo, se desesperar e tentar aprender N tecnologias ao mesmo tempo. Mantenha a calma e tenha foco!
- Consistência é melhor que intensidade. É melhor 20 minutos todos os dias do que 3 horas seguidas todo sábado. Não tem jeito, programação tem que ser praticada e a constância é a melhor alternativa.
- Mal feito é melhor do que não feito. É exatamente isso! É melhor fazer e não ficar do jeito que você queria do que simplesmente não fazer. Coloque seus projetos em prática! Depois você aperfeiçoa.
- Converse! Troque ideias, figurinhas e experiências com seus colegas de classe e de trabalho. Participe de fóruns, grupos no Telegram e Facebook, servidores no Discord. Isso te ajudará a imergir ainda mais nesse universo.
- Aprenda a pesquisar no Google. Pode parecer piada, mas não é. Saber como pesquisar algo é crucial para encontrar determinadas respostas e talvez essa habilidade leve tempo pra ser adquirida. Lembre-se sempre: o Google é o seu maior aliado!
- Pergunte! Pergunte tudo! Sempre faça perguntas, por mais idiotas que pareçam. O importante é não sair com dúvidas. Sempre que tiver alguma dúvida que você não encontrou a resposta no google, pergunte! Nem que seja pra saber como você poderia pesquisar isso no google de uma forma mais assertiva.
Bom, é isso! Vou ficando por aqui. Espero que esse artigo possa ajudar de alguma forma algumas pessoas que, assim como eu, estão começando a se aventurar nessa selva de códigos onde habitam os fazedores de aplicações! 😄